Engenharia Reversa
A engenharia reversa consiste em fazer o processo inverso de montagem de um sistema, para entender o seu funcionamento. Se você desmontava os seus brinquedos para saber como funcionavam, já sabe do que estamos falando.
Na 3DPine, os nossos engenheiros contam com equipamento de scanner 3D e fotogrametria para a reconstrução de peças. As aplicações são inúmeras: desde uma peça de reposição em uma linha de montagem fabril até um objeto de decoração que quebrou e precisa ser consertado.
Réplicas e digitalização de pessoas
Está precisando fazer uma réplica de algum objeto? A tecnologia de scanner 3D funciona muito bem para materiais não reflexivos. Para escanear materiais como vidro ou metal, também temos a solução ideal: um spray que emborracha a superfície ou a fotogrametria.
O scanner 3D também permite digitalizar pessoas em um processo rápido e ágil. Já imaginou um busto seu como peça de decoração? Uma impressão 3D das pessoas que você ama, todas juntas? Podemos pintar as peças com técnicas especiais, que dão textura e aparência reais aos modelos.
Captura de realidade e modelos BIM
A captura de realidade é um dos recursos que vêm sendo cada vez mais aprimorados para complementar o banco de dados de um modelo BIM. São softwares e equipamentos novos, que permitem o levantamento de geometrias do meio externo para a geração de uma nuvem de pontos, tecnologia útil para muitos fins, dos mais simples aos mais complexos.
A função principal da captura de realidade é registrar digitalmente informações do mundo real. O uso de laser scanning, fotogrametria e outras técnicas similares é comum tanto na engenharia quanto na arquitetura e fornece, principalmente, entendimento sobre várias etapas, como o progresso, a deterioração ou a movimentação de estruturas críticas.
A importância desse recurso depende da necessidade do usuário. Sua praticidade permite a utilização desde modelos 3D de prédios que envolvem atividades de alta periculosidade, como usinas nucleares, até obras de terra, como a verificação de estruturas de pontes, para identificar deformações que não são perceptíveis a olho nu nem a um especialista.
Há duas formas principais de captura de realidade para a geração de modelos 3D: pela união de fotos (fotogrametria) ou pelo uso de laser scanners.
Scanner 3D a laser
O tipo de scanner mais popular é o scanner 3D a laser. A varredura a laser combina dois conjuntos de informações para criar uma nuvem de pontos da superfície de um objeto: dados de um laser disparado sobre o objeto e dados de outro sensor (geralmente uma câmera em movimento ou duas câmeras estacionárias). O software de digitalização 3D agrupa esses conjuntos de dados usando a distância conhecida entre a posição da câmera e a fonte do laser, para gerar os pontos do modelo.
A construção da geometria 3D a partir de uma varredura a laser requer detectar onde a linha do laser aparece nas imagens capturadas pela câmera durante a digitalização. A linha do laser geralmente é o pixel mais brilhante de uma imagem, mas às vezes outras fontes de luz também são capturadas. Um scanner estacionário consegue distinguir a linha do laser das demais fontes de luz ao ligar e desligar o laser, criando uma diferença rastreável entre ele e as outras luzes capturadas durante a digitalização.
Fotogrametria
A formação de objetos 3D por fotogrametria é prática: basta fotografar o objeto de vários ângulos diferentes para que um software processe as imagens e encontre pontos em comum, unindo-os. Isso permite navegar pelo modelo e observá-lo por completo, de diversos modos. Por isso, é uma excelente opção para o mapeamento de edificações, túneis, pontes e outras estruturas.
