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Nacionalização de Peças

Por Diego Macieira

  1. Introdução

Primeiro, vamos entender o processo de importação das peças como funciona. Normalmente, a maioria dos maquinários industriais são de empresas estrangeiras, cuja peças sobressalentes demoram em torno de 1 (um) mês para chegar. Caso uma máquina pare são paradas as produções, há perdas de qualidade na linha e consequentemente elevação dos custos e prejuízos incalculáveis às empresas.

A partir disso, pode-se indagar: E se eu já importasse várias peças juntas do meu maquinário?

É uma opção, mas gera muitos outros problemas. Não é sempre que todas as peças quebram dependendo do uso. Importar sobressalentes gera estoques, perda de espaço e dinheiro parado por conta de peças sem uso, fora que dependendo da peça, pode perder a eficiência devido a deterioração.

  1. O que é nacionalização?

A nacionalização consiste na substituição de peças sobressalentes (spare parts) antes constituídas de peças originais das fabricantes dos maquinários por peças nacionais (do país o qual deseja utilizar peças semelhantes ao país de origem do maquinário), de eficiência e qualidade semelhantes.

  1. Por quê nacionalizar peças?

Diminuição de estoque, entrega imediata, sem tarifas de importação, qualidade semelhante, atendendo sempre seu uso, sem perder eficiência.

  1. Possíveis problemas da importação

A importação gera um custo elevado, problemas com a receita federal e aduaneira (congelando capital empresarial que poderia ser designado para outras atividades) caso não seja bem efetuada e tempos de trânsito elevados (transporte da origem da peça até o dono final).

 

“Não podemos subestimar o potencial de peças impressas e confecção de objetos nacionalizados. Baixo custo, modelagem e conformação do jeito desejado sem muitos empecilhos de geometria podendo ser muitas vezes aquilo que a sua empresa sempre precisou. Confecção do seu MVP, protótipo ou produto final com moldabilidade infinita.”

5. Processo de Nacionalização

Com o pedido da nacionalização das peças surge a necessidade de:

  • Saber a peça a ser nacionalizada;
  • Utilização (temperatura, desgaste, atrito, elasticidade, uso);
  • Eficiência;
  • Materiais usados na composição;
  • Demanda (quantas peças quebram em um ciclo produtivo);
  • Estoque feito para a peça requisitada.

A partir desse levantamento de necessidades ocorre um estudo para desenvolver peças que se assemelhem ou melhorem a eficiência da peça atual. Algumas etapas desse estudo consistem em:

  • Modelagem 3d;
  • Impressão 3d;
  • Simulação computacional realizando testes diversos como fadiga, resistência entre outros.;
  • Documentos a respeito dos estudos feitos para a peça;
  • Teste de durabilidade;
  • Escolha de materiais;
  • Testes in loco;
  • Aprovação.

6. Benefícios da Nacionalização

Concluído todas as etapas e validada a peça, pode-se reparar como benefícios:

  • Tempo de entrega reduzido perante a importação;
  • Estoques pequenos e necessários diminuindo o custo de manutenção, aumentando os índices de manutenabilidade e disponibilidade das peças;
  • Diminuição dos custos de produção devido a períodos menores de paradas na produção;
  • Custos de aquisição das “Spare Parts” diminuídos na maioria dos casos.

Logo, podemos concluir que nacionalizar pode ser a alternativa que estava procurando. Entre em contato com a nossa equipe e descubra como adequar o processo a sua realidade.

Conheça alguns exemplos de “Spare Parts” clicando aqui

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